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28 de junho de 2016
17 de setembro de 2014
DICAS DE LEITURAS
Este Post de hoje é para dar dicas de leituras sobre gestação, partos, nascer e afins:
Memorias do Homem de Vidro - Reminiscências de um Obstetra Humanista - Ricardo Jones - O obstetra mostra no livro um modelo de médicos em colaboração com parteiras, enfermeiras e doulas, apoiando as mulheres enquanto estas reivindicam para si o poder e a majestade do parto.
Entre as orelhas - Histórias de Parto - Ricardo Jones - " O parto e seus mistérios se escondem ao olhar superficial, à analise tímida e ao investigador amedrontado."
Parto Normal ou Cesárea? O que toda mulher deve saber (e homem também) - Simone G. Diniz e Ana C. Duarte. Guia prático para usuários que expõe as evidências científicas e as opções para o atendimento ao parto.
Parto com Amor - Em casa, com parteira, na água, no hospital: Histórias de nove mulheres que vivenciaram o parto humanizado / Luciana Benatti e Marcelo Min - Relatos comoventes com fotos de extrema delicadeza e sensibilidade.
Parto Ativo - Guia prático para o parto natural - Janet Balaskas - Os exercícios apresentados neste livro, baseados no Yoga para a gravidez, vão conduzir a mulher aos seus próprios instintos naturais para o trabalho de parto e para o parto
Mulher, Parto e Psicodrama - Vitória Pamplona - Este trabalho pioneiro apresenta a possibilidade de realização de partos criativos, espontâneos e tranqüilos através de uma metodologia de preparação de gestantes que se utiliza de técnicas psicodramáticas. A quebra de tabus como o da dor e do medo do parto coloca uma nova realidade para as mulheres e oferece-lhes uma opção e uma qualidade de vida mais saudáveis. Especialmente recomendado para doulas e profissionais que assistem pré-natal e parto.
Humanizando Nascimentos e Partos, Daphne Rattner & Belkis Trench - Médicos, psicólogos, pediatras, parteiras e educadores analisam os partos e nascimentos sob uma ótica pouco comum nos dias atuais, privilegiando o aspecto humano numa sociedade dominada pela técnica. Especialmente recomendado para doulas e profissionais que assistem pré-natal e parto.
A Doula no Parto - O papel da acompanhante de parto - Fadynha - O livro traz as informações mais importantes sobre o papel dessas mulheres e técnicas importantes para o seu trabalho. Especialmente recomendado para Doulas.
O Renascimento do parto- Michel Odent - Odent conta como foi sua experiência em assumir a direção do setor de maternidade do hospital da pequena cidade de Pithiviers em Paris.
Parto com Amor - Em casa, com parteira, na água, no hospital: Histórias de nove mulheres que vivenciaram o parto humanizado / Luciana Benatti e Marcelo Min - Relatos comoventes com fotos de extrema delicadeza e sensibilidade.
Parto Ativo - Guia prático para o parto natural - Janet Balaskas - Os exercícios apresentados neste livro, baseados no Yoga para a gravidez, vão conduzir a mulher aos seus próprios instintos naturais para o trabalho de parto e para o parto
Mulher, Parto e Psicodrama - Vitória Pamplona - Este trabalho pioneiro apresenta a possibilidade de realização de partos criativos, espontâneos e tranqüilos através de uma metodologia de preparação de gestantes que se utiliza de técnicas psicodramáticas. A quebra de tabus como o da dor e do medo do parto coloca uma nova realidade para as mulheres e oferece-lhes uma opção e uma qualidade de vida mais saudáveis. Especialmente recomendado para doulas e profissionais que assistem pré-natal e parto.
Humanizando Nascimentos e Partos, Daphne Rattner & Belkis Trench - Médicos, psicólogos, pediatras, parteiras e educadores analisam os partos e nascimentos sob uma ótica pouco comum nos dias atuais, privilegiando o aspecto humano numa sociedade dominada pela técnica. Especialmente recomendado para doulas e profissionais que assistem pré-natal e parto.
A Doula no Parto - O papel da acompanhante de parto - Fadynha - O livro traz as informações mais importantes sobre o papel dessas mulheres e técnicas importantes para o seu trabalho. Especialmente recomendado para Doulas.
O Renascimento do parto- Michel Odent - Odent conta como foi sua experiência em assumir a direção do setor de maternidade do hospital da pequena cidade de Pithiviers em Paris.
A Cesariana - Michel Odent - Levantar questões fundamentais como: Por que o índice de cesarianas é de 10% em alguns lugares e de 50% em outros? Por que devemos adotar uma postura diferente em relação às cesarianas sem trabalho de parto, cesarianas com trabalho de parto e cesarianas de emergência? Quais são os primeiros micróbios que entram em contato com o bebê que nasce por cesariana? Quais as conseqüências a longo prazo de nascer por cesariana? O que a mãe e o bebê perdem por não terem um parto vaginal?
Shantala - Massagem para bebês - Frederic Leboyer - Shantala tornou-se um livro famoso em todo mundo, editado em inúmeros países. Além do aspecto científico, Leboyer conciliou poeticamente as explicações da técnica de massagem com a sabedoria milenar de seu uso. Um livro belo e importante para a mãe e o bebê.
Meditações para Gestantes, O guia para uma gravidez saudável, plena e feliz- Fadynha. São apresentadas diversas técnicas que promovem paz e harmonia à gestante e, conseqüentemente, ao seu filho. O livro vem acompanhado de CD com exercícios de mentalização e meditação especiais para a gestante. Ele ensina, passo a passo, a relaxar, a entrar em maior contato com a criança em formação, a conversar com o bebê e a preparar a mãe para o parto da maneira mais tranqüila e positiva. Especialmente recomendado para grávidas.
Yoga para Gestantes - Fadynha - Numa linguagem clara e inteligente, acompanhada de muitas imagens, Fadynha celebra o yoga com sabedoria e intuição, apresentando dezenas de posturas selecionadas ao longo de seus 30 anos de trabalho com gestantes. Especialmente recomendado para grávidas.
Gravidez Natural - Janet Balaskas. Um guia holístico para o seu bem-estar desde a concepção até o parto . O livro aborda de forma clara e muito bem ilustrada as emoções, nutrição, ioga e exercícios, massagem, terapias naturais e cura holística para os desconfortos da gestação. Especialmente recomendado para grávidas.
Shantala - Massagem para bebês - Frederic Leboyer - Shantala tornou-se um livro famoso em todo mundo, editado em inúmeros países. Além do aspecto científico, Leboyer conciliou poeticamente as explicações da técnica de massagem com a sabedoria milenar de seu uso. Um livro belo e importante para a mãe e o bebê.
Meditações para Gestantes, O guia para uma gravidez saudável, plena e feliz- Fadynha. São apresentadas diversas técnicas que promovem paz e harmonia à gestante e, conseqüentemente, ao seu filho. O livro vem acompanhado de CD com exercícios de mentalização e meditação especiais para a gestante. Ele ensina, passo a passo, a relaxar, a entrar em maior contato com a criança em formação, a conversar com o bebê e a preparar a mãe para o parto da maneira mais tranqüila e positiva. Especialmente recomendado para grávidas.
Yoga para Gestantes - Fadynha - Numa linguagem clara e inteligente, acompanhada de muitas imagens, Fadynha celebra o yoga com sabedoria e intuição, apresentando dezenas de posturas selecionadas ao longo de seus 30 anos de trabalho com gestantes. Especialmente recomendado para grávidas.
Gravidez Natural - Janet Balaskas. Um guia holístico para o seu bem-estar desde a concepção até o parto . O livro aborda de forma clara e muito bem ilustrada as emoções, nutrição, ioga e exercícios, massagem, terapias naturais e cura holística para os desconfortos da gestação. Especialmente recomendado para grávidas.
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7 de maio de 2013
Os mistérios femininos e o Parto com Jane Hardwicke Collings
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7 de abril de 2013
Me amarrei no seu cordão! - por Ana Cristina Duarte
Poucas coisas causam mais terror no imaginário do brasileiro do que o cordão umbilical. Enquanto em outros países as mulheres e médicos nem pensem no assunto, no Brasil esse é o maior hit nas paradas jornalísticas, midiáticas e pseudo-médicas. Quem nunca ouviu essa frase:
- Daí o médico fez a cesárea e o bebê tinha duas circulares no pescoço, e ele disse "ainda bem que foi cesárea, pois se fosse parto normal seu bebê teria morrido".
Que lorota feia, doutor!
Ou a outra não menos clássica:
- Meu médico é super a favor do parto normal, mas ele não arrisca. Se tiver algum exame que mostre alguma coisa errada, cordão enrolado no pescoço, por exemplo, ele opera.
O cordão umbilical pode medir desde alguns poucos centímetros (é isso mesmo, não existe "cordão curto") até quase 1 metro de comprimento e está sempre enrolado em alguma(s) parte(s) do bebê. Falar em circular de cordão é quase redundância. Como assim um cordão sem circular, num espaço exíguo, com um bebê em constante movimento? Não faz nem sentido. Os bebês interagem com o cordão, seguram, soltam, mexem. Enrolam-se, passam por dentro, fazem nós e voltas. Macramê do bebê. Ele é preenchido por uma substância gelatinosa que dá volume e protege os vasos sanguíneos internos.
Acidentes verdadeiros de cordão são situações raríssimas, que podem ocorrer durante a gravidez, por exemplo quando o bebê faz um nó verdadeiro e estica o cordão com seus movimentos, interrompmento assim o fluxo sanguíneo que o mantém. Porém esses eventos são mais raros do que um gêmeo surpresa na hora do parto, um acidente importante de trânsito, é um tipo de loteria ao contrário que atinge 1 a cada 5 mil gestações. Se isso fosse algo de fato constante em nossa espécie, os bebês não se mexeriam loucamente no útero, interagindo com um cordão de 80 cm de comprimento. Se acidentes de cordão fossem algo fácil de ocorrer, nossos cordões teriam 20 cm, e nossos bebês ficariam quietos numa só posição. A natureza teria cuidado de selecionar essas características.
O famoso prolapso de cordão - quando o mesmo desce pelo colo do útero e vagina antes da cabeça do bebê, interrompendo fatalmente o fluxo de sangue - é um evento igualmente raro, que ocorre principalmente quando o profissional de saúde rompe a bolsa artificialmente, e já há dilatação do colo do útero porém o bebê está alto. É nessa hora que o cordão pode vir com o líquido. Se não provocarmos a catástrofe artificialmente, na natureza ela é ainda mais rara.
As circulares de cordão no pescoço do bebê não representam risco adicional no parto, porque o bebê se movimenta muito menos no final da gestação e já não faz voltas incríveis e absurdas. O cordão sempre está enrolado no braço, no tronco, no pescoço. Uma grande vantagem da circular no pescoço é que o cordão não tem como descer abaixo da cabeça do bebê. Alguns chegam a ter até três ou quatro circulares, os babalorixás intrauterinos. Cerca de um terço dos bebês nascerá com pelo menos uma volta de cordão umbilical ao redor do pescoço.
Durante o trabalho de parto o útero contrai e empurra o bebê pelo canal de parto e conforme ele desce, o útero todo desce junto, inclusive placenta e cordão. Não há um aumento de tensão no cordão durante o parto. Tudo vem junto. A grande descida final acontece quando a cabeça do bebê finalmente sai de dentro de sua mãe, mas nesse momento é possível inclusive cortar o cordão, se for necessário. Em dez anos de prática, nunca fiz, nem nunca vi um(a) colega cortar um cordão nesse momento. Se o cordão chegou até ali, dá para o bebê nascer.
O mito do cordão que segura o bebê e que não permita que ele desça no canal de parto é outro que precisamos desafazer. O cordão não tem força para segurar um bebê que desce através da bacia pélvica. Se assim fosse, cedo ou tarde um cordão se romperia com o bebê ainda no meio do caminho e isso não existe. Como foi dito, o cordão está descendo junto com o bebê. O problema é que muitos profissionais de saúde incrivelmente não sabem que o trabalho de parto é caracterizado por esse vai e vem do bebê. Contração vem, bebê desce, contração vai, bebê sobe. Cada vez ele desce mais um pouquinho.
No momento em que o bebê nasce, o útero desce quase até a altura do umbigo, com a placenta colada e acompanhando o movimento de descida. ou seja, tudo vem junto, não se trata de um bebê bungee jumping. Em nível de curiosidade, sabia que o Brasil é um dos únicos países do mundo em que aparece "circular cervical de cordão" no laudo da ultrassonografia? Será que é por acaso que estamos com 52% de cesarianas?
Hoje em dia, entre as parteiras profissionais, já se discute inclusive a necessidade de se sentir se há ou não circular de cordão no momento em que a cabeça sai, e se há qualquer necessidade de se retirar essas alças por cima da cabeça. Pessoalmente penso que não e cada vez intervenho menos. Se a cabeça saiu, o resto vai sair por si só. Deixemos as mulheres e os bebês em paz, eles sabem o que estão fazendo. O monitoramento pode ser feito acessando batimentos, cor e aspecto do bebê.
Depois que o bebê nasce, o cordão não deve ser cortado antes de parar de pulsar. O sangue que está lá dentro pertence ao bebê. Aquele sangue é cheio de células T e hemoglobina, sendo muito importante para o primeiro ano de vida. O ideal é que deixemos esses cordões ligados o quanto for necessário. Podemos deixar até a placenta sair, se for o caso. Não há pressa em se cortar o cordão. O bebê não perde sangue por ali, ele só ganha. Em partos emergenciais a ordem é: não mexa no cordão. Tem até alguns grupos que deixam o bebê ligado no cordão (e portanto na placenta) durante horas e alguns durante dias. Cortar o cordão é apenas um ritual, não importa quando e como o façamos, desde que esperemos que ele pare de funcionar e passar sangue para o bebê.
Cordões umbilicais são fortes, são protegidos e protegem o bebê. Confiemos um pouco mais na natureza, que vem há cem mil anos filtrando os ajustes, montando um processo de parto que seja o mais seguro possível.PS: Aqui vai um vídeo (cuidado, conteúdo gráfico) de 30 segundos de um parto com muitas circulares de cordão no pescoço. Faça as contas!
http://www.youtube.com/watch?v=nnVuIwRX7V0 E aqui vai toda a parte científica, as explicações e as referências bibliográfias sobre o assunto:http://estudamelania.blogspot.com.br/2012/08/a-falacia-da-circular-de-cordao.html Pela fantástica Melania Amorim!
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16 de março de 2013
Encontro do GAPP Luz da Vida no dia 16/03/2013
Neste sábado foi realizado mais um encontro do grupo cujo o tema era sobre o trabalho das Doulas. A conversa fluiu muito bem, pessoas compartilhando suas experiencias com parto e atendimento de hospitais e profissionais. Tivemos a participação também do Clayon, marido da Thays e papai da Giulia, os meu doulados. Clayton compartilhou sua experiência com o meu trabalho de suporte no parto da Thays. Ela teve um parto muito rápido, que dá primeira contração ao nascimento da neném, foram 6 horas. Uma mulher determinada que se preparou física e emocional para o parto coma aulas de Yoga e o acompanhamento da doula.
Quero agradecer a presença de todos Milena, que é técnica e enfermagem e enriqueceu muito o assunto. À Ísis e seu marido, que estão desde já buscando informações para quando engravidarem. A querida Munique que veio compartilhar sua experiência com o nascimento da sua filha Sofia, e esta se preparando para a chegada da Helena. Ao Clayton pelo depoimento e pela demonstração de shiatzu. E sempre grata estarei a querida Ana Mello, por ceder o seu Espaço Alternativo para que estes encontros se realizem, contribuindo muito para a Humanização do Parto e do Nascimento.
Quem não foi não perca o próximo encontro!
Namastê!
Quero agradecer a presença de todos Milena, que é técnica e enfermagem e enriqueceu muito o assunto. À Ísis e seu marido, que estão desde já buscando informações para quando engravidarem. A querida Munique que veio compartilhar sua experiência com o nascimento da sua filha Sofia, e esta se preparando para a chegada da Helena. Ao Clayton pelo depoimento e pela demonstração de shiatzu. E sempre grata estarei a querida Ana Mello, por ceder o seu Espaço Alternativo para que estes encontros se realizem, contribuindo muito para a Humanização do Parto e do Nascimento.
Quem não foi não perca o próximo encontro!
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14 de abril de 2012
Curiosidades da Partolândia – Por Ana Cris Duarte
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Curiosidades da Partolâdia I:Não existe dilatação de “5 dedos”. A dilatação se mede com 1 dedo, 2 dedos e a partir disso são centímetros, pois não dá para colocar 3 dedos, 4 dedos.. até dá, mas não é bonito. Então a dilatação vai em 1 dedo, 2 dedos, 3 cm, 4 cm… até 10 cm.
Curiosidades da Partolâdia II:
O que dilata é o colo do útero, aquela estrutura que fecha do útero e mantem o bebê lá dentro por 9 meses. É lá que a gente mede a dilatação. Depois disso, no canal do parto, vem só tecido elástico, que não precisa dilatar para o nascimento, mas sim “esticar”.
O que dilata é o colo do útero, aquela estrutura que fecha do útero e mantem o bebê lá dentro por 9 meses. É lá que a gente mede a dilatação. Depois disso, no canal do parto, vem só tecido elástico, que não precisa dilatar para o nascimento, mas sim “esticar”.
Curiosidades da Partolândia III:
Quando a bolsa se rompe, o bebê continua produzindo líquido amniótico através da urina, e sua cabecinha faz uma “rolha” que veda o colo do útero provisoriamente. Assim, ele sempre terá líquido amniótico ao seu redor! Não à toa que um bebê que nasce com bolsa rompida há muito tempo, frequentemente ainda vem numa torrente de água!
Quando a bolsa se rompe, o bebê continua produzindo líquido amniótico através da urina, e sua cabecinha faz uma “rolha” que veda o colo do útero provisoriamente. Assim, ele sempre terá líquido amniótico ao seu redor! Não à toa que um bebê que nasce com bolsa rompida há muito tempo, frequentemente ainda vem numa torrente de água!
Curiosidades da Partolândia IV:
Não existe bebê que ficou mal porque “bebeu água do parto” ou porque “engoliu mecônio”. Bebês bebem água do parto durante metade da gestação, o tempo todo. E o mecônio é uma substância estéril e sem risco para o tubo digestivo. O perigo é a aspiração profunda de mecônio, porque obstrui os alvéolos. Já o líquido aspirado não chega a ser um problema importante.
Curiosidades da Partolândia V:
Todos os bebês nascem roxos, porque dentro do útero eles vivem o tempo todo com essa cor, sendo o útero um ambiente de baixa oxigenação. Só quando nasce e respira é que ele vai começar a ficar cor de rosa aos poucos. Portanto quando disserem “você passou da hora, tanto que nasceu roxo na cesárea”, desconfie do 171 obstétrico. Bebês nascem roxos, todos!
Todos os bebês nascem roxos, porque dentro do útero eles vivem o tempo todo com essa cor, sendo o útero um ambiente de baixa oxigenação. Só quando nasce e respira é que ele vai começar a ficar cor de rosa aos poucos. Portanto quando disserem “você passou da hora, tanto que nasceu roxo na cesárea”, desconfie do 171 obstétrico. Bebês nascem roxos, todos!
Curiosidades da Partolândia VI:
Todos os bebês têm algum nível de icterícia fisiológica, aquele amarelo na pele e olhos. Eles nascem com excesso de hemáceas, que ao serem degradadas produzem a bilirrubina, substância amarela. Aos poucos o fígado metaboliza e a cor da pele vai voltando ao normal. São raríssimos os casos de icterícia patológica que requerem banho de luz. A imensa maioria dos bebês internados nas UTIs neonatais privadas estão lá ajudando a pagar o equipamento, só isso.
Todos os bebês têm algum nível de icterícia fisiológica, aquele amarelo na pele e olhos. Eles nascem com excesso de hemáceas, que ao serem degradadas produzem a bilirrubina, substância amarela. Aos poucos o fígado metaboliza e a cor da pele vai voltando ao normal. São raríssimos os casos de icterícia patológica que requerem banho de luz. A imensa maioria dos bebês internados nas UTIs neonatais privadas estão lá ajudando a pagar o equipamento, só isso.
Curiosidades da Partolândia VII:
O cordão umbilical não precisa ser cortado em nenhum momento específico. Se a família quiser, pode esperar a hora do banho da mãe, ou da pesagem do bebê. Se o bebê nasce na rua ou em casa, é para deixar o cordão ligado. O cordão não faz mal ao bebê! Não tenha pressa!
O cordão umbilical não precisa ser cortado em nenhum momento específico. Se a família quiser, pode esperar a hora do banho da mãe, ou da pesagem do bebê. Se o bebê nasce na rua ou em casa, é para deixar o cordão ligado. O cordão não faz mal ao bebê! Não tenha pressa!
Curiosidades da Partolândia VIII:
A gravidez humana dura EM MÉDIA 38 semanas a partir da concepção ou 40 semanas a partir da última menstruação. Quando falamos que a gestante está de 28 semanas, estamos contando da menstruação. Se fôssemos falar a partir da concepção, diríamos 26 semanas. A contagem em mês é artificial e aleatória. Com 28 semanas tem gente que chama de 7 meses, tem gente que chama de 6 meses, tem gente que chama de 6,5 meses. Contagem em meses não serve para nada.
A gravidez humana dura EM MÉDIA 38 semanas a partir da concepção ou 40 semanas a partir da última menstruação. Quando falamos que a gestante está de 28 semanas, estamos contando da menstruação. Se fôssemos falar a partir da concepção, diríamos 26 semanas. A contagem em mês é artificial e aleatória. Com 28 semanas tem gente que chama de 7 meses, tem gente que chama de 6 meses, tem gente que chama de 6,5 meses. Contagem em meses não serve para nada.
Curiosidades da Partolândia IX:
Apgar é uma nota que se dá ao bebê quando ele nasce. Não precisa fazer nada, só observar o bebê. A primeira nota se dá com 1 minuto de vida e não tem significado algum. A segunda nota se dá com 5 minutos de vida e diz mais ou menos as condições do recém nascido naquele momento. Qualquer nota acima de 7 no quinto minuto já é uma nota ótima. A nota do primeiro minuto não é levada em consideração em nenhum tipo de levantamento. É só para divertir a audiência.
Apgar é uma nota que se dá ao bebê quando ele nasce. Não precisa fazer nada, só observar o bebê. A primeira nota se dá com 1 minuto de vida e não tem significado algum. A segunda nota se dá com 5 minutos de vida e diz mais ou menos as condições do recém nascido naquele momento. Qualquer nota acima de 7 no quinto minuto já é uma nota ótima. A nota do primeiro minuto não é levada em consideração em nenhum tipo de levantamento. É só para divertir a audiência.
Curiosidades da Partolândia X:
A medida do comprimento do recém nascido não serve para nada, o bebê sempre está encolhido, então não dá para medir. Só serve para a diversão da galera, e não entra em nenhum levantamento de saúde. Nem entra na DNV, declaração de nascido vivo. É que nem medir o bíceps de um menino de 8 anos para saber se ele é forte. Se 3 pessoas medirem o recém nascido, teremos 3 medidas diferentes. A única medida que tem função é o peso.
A medida do comprimento do recém nascido não serve para nada, o bebê sempre está encolhido, então não dá para medir. Só serve para a diversão da galera, e não entra em nenhum levantamento de saúde. Nem entra na DNV, declaração de nascido vivo. É que nem medir o bíceps de um menino de 8 anos para saber se ele é forte. Se 3 pessoas medirem o recém nascido, teremos 3 medidas diferentes. A única medida que tem função é o peso.
Curiosidades da Partolândia XI:
O cordão umbilical é preenchido de uma geléia elástica que faz com que ele seja praticamente “incomprimível”, mantendo assim os vasos sanguíneos bem protegidos. Por isso que em situações normais, circulares de cordão (seja quantas forem), não tem qualquer significado!
O cordão umbilical é preenchido de uma geléia elástica que faz com que ele seja praticamente “incomprimível”, mantendo assim os vasos sanguíneos bem protegidos. Por isso que em situações normais, circulares de cordão (seja quantas forem), não tem qualquer significado!
Curiosidades da Partolândia XII:
Na imensa maioria das situações, quem determina a entrada em trabalho de parto é o bebê. Quando seu pulmão (último órgão a amadurecer) fica pronto, começa a produzir surfactante, que cai no líquido amniótico e provoca uma reação em cadeia que faz a mulher entrar em trabalho de parto. Portanto quando a mulher não está em trabalho de parto significa que o bebê não está maduro, simples assim. Para entrar em trabalho de parto, não adianta escalda pé, acupuntura, comida apimentada e escrever cartas. O que adianta é pedir pro bebê produzir logo um pouco de surfactante!
Postado no Facebook de Ana Cristina Duarte, obstetriz que atua em São Paulo!
Retirado daqui
6 de março de 2012
12 de fevereiro de 2012
Relato de Parto da Mariana pela Doula
Mariana e eu nos conheçemos a mais ou menos 6 anos. Fomos colegas na prefeitura e ambas cursavamos Nutrição na época. Quando Mari anunciou a gravidez, fiquei muito feliz! Pois ela foi uma da pessoas que mais me deu força na gestação do Bernardo (não planejada), e desde então sempre mantívemos contato.
Com 34 semanas, se não me engano, Mariana entrou em contato comigo, para falar da escolha pelo parto normal, e que foi graças as informações que disponibilizo no blog, que ela desistiu da cesárea agendada. Conversamos sobre a GO dela, dos desejos que ela tinha em relação ao parto, e disse que a Dra. se mostrou bem atenciosa ao seu desejo. Combinamos então, de nos encontramos para falarmos um pouco mais sobre o meu trabalho. No dia que nos encontramos, conversamos a tarde toda, e ela me disse que era “fraca” para lidar com a dor, e que tinha medo de não conseguir supera-la. Tranquilizei - a, olhamos alguns videos e documentarios, e ficamos de nos falar. Ela iria falar com o marido, e comunicar a GO que tinha uma doula.
Quando nos encontramos de novo, Mariana contou que a GO adorou saber que ela tinha uma doula, e mandou pedir para que ajudasse o Samuel a descer, isso por volta das 36 semanas. Ele já estava encaixado. Disse também que a médica sairia de férias dia 12/ 02, e deu opções se a Mari quisesse que o parto acontecesse com ela, que poderia induzir, já que estava com 2 dedos, ou fazer cesárea. Mas Mari não topou. Nesse dia deixei a bola suiça com ela, mostrei alguns exercícios, e conversamos sobre o plano de parto. Também notei o quão cansada Mari estava, mas também, a mulher não para um segundo!!! Sempre trabalhando!
Fomos em busca de outros GO’s que atendecem o plano dela, para ela não precisar pagar por fora. Mas todos que encontravamos iriam sair ou sairam de férias. Nesta semana, na ultima consulta (acho que foi terça), a GO indicou seu colega obstetra para a Mari. Fiquei receosa, pois não ouvi coisas boas deste GO. Mari só sabia que teria o Samuel do jeito que ela se preparou, nada mais, mas dava uma insegurança pensar em ficar sem suporte.
Haviamos combinado de nos encontrar mais uma vez, pois o tampão estava saindo, e combinariamos mais algumas coisas, pensei e fazer faria uma massagem, a relaxaria bastante e talvez conseguiria conversar com o pai do Samuel (ele tb não para!). Mas não conseguiamos.
Dia 10/02, aniversário do meu afilhado, eu não estava muito bem, e resolvi descansar depois do almoço, pois senti que a Mariana (com quase 40 semanas) me chamaria para dar noticias! Dito e feito. Mariana me ligou as 16 hs preocupada com o pouco sangue que estava saindo. Tentei tranquiliza-la e disse que era normal perder um pouco de sangue, mas se quisesse falar com o GO para se tranquilizar, que o fizesse. Liguei para ela depois, ela disse que o médico aconselhou ela a ir no hospital fazer uma avaliação, mas que não iria, porque eu já tinha dito a ela que era normal, e que ficou tranquila assim. Disse para ela me ligar se notasse alguma evolução, e as contrações.
Alguns minutos depois ela me ligou dizendo que estava com muita vontade de fazer coco, e que as colicas vinham a cada 5 minutos. Perguntei se ela queria que fosse até ela (moramos bem perto), e ela disse que não, mas foi um não com duvida, e disse que logo estaria com ela. Aconselhei a ir para o chuveiro e tentar relaxar com a água. Peguei minha roupa, coloquei mais alguns coisas que faltavam na minha malinha de doula, tomei um banho e fui. Cheguei na casa dela pelas 16: 30 hs, e a acompanhei no banho, a água realmente estava deixando ela mais relaxada. Começamos a controlar as contrações. Achei muito rapido a evolução, pois as contrações estavam com intervalo de 3 minutos, com duração de 1 minuto, pouco mais. Não sei dizer quanto tempo ficamos no chuveiro, mas foi bastante.
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| Mari caminhando |
Perguntei a Mari se ela queria sair do chuveiro, para eu massagear a lombar e os pés, ela concordou. Mari suportava muito bem as dores, e dizia que doia na hora, mas que depois era como se tivesse tirado a dor com a mão. Ela foi ótima, ficou firme, e acalmava a familia que estava nervosa e pediam que fosse ao hospital, mas ela dizia que não estava na hora.
Depois de mais um tempo chamou o marido, para ele se arrumar e colocarem as coisas no carro. Todo o tempo Mari rebolava, ia para bola e, eu fazendo massagem na lombar, e nos ombros. Teve um momento que as contrações se expaçaram, mas logo voltavam ao ritmo de antes, intervalo de 2-3 minutos, com duração de 1 minuto.
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| indo para o hospital |
Saimos para o Hospital Moinhos de Vento pelas 20 hs. Mariana quis ir na frente, e atras fomos eu e a mãe dela. Quando vinha uma contração eu massageava um ponto de do-in, entre as sombrancelhas, que relaxa bastante. Chegamos em 20 minutos, fomos a maternidade mas só pode entrar o Alex, pai do Samuel, que estava bem nervoso, rs.
Ficamos nós duas, vó e doula sem noticias por 1 hora, quando resolveram nos deixar passar para a sala de espera (enorme por sinal), e de lá poderiamos ver o Samuel depois. Creio que já era 21:30 neste momento. Resolvi ligar para o Alex e perguntar com a Mari estava, e aflito me respondeu que ela havia entrado na sala de avaliação, mas que não tinham deixado ele entrar ainda. Depois de alguns interminaveis minutos, liguei novamente e a mesma resposta.
Lá pelas 22:20 Alex me liga e diz para eu descer um andar e ir ver a Mari, finalmente o médico havia autorizado. Cheguei lá coloquei os pró- pés, e fui para a salinha. Estavam com ela o Alex e o Dr. , que disse que ela ja estava com 9 dedos de dilatação. Pediu que quando viesse uma contração que ela ajudasse, e pelo que entendi, ele estava tirando um rebordo, que estava dificultando a passagem. Logo vieram os puxos um atrás do outro. O Dr. foi buscar o anestesista, e Mariana não sabia se queria ou não. Estava cansada, mas seu semblante era sereno. Mari disse que o médico queria colocar ocitocina, mas ela não quis, e ele acatou. Aconselhei a Mari a ficar em pé, e se acocorar durante as contrações, para ver se o Samuel descia um pouco mais. Ele logo iria coroar.
Logo chega o médico com o anestesista, que se apresentou e pediu para eles, Mari e Alex, irem a sala de parto. Perguntei a enfermeira se podia ir junto e ela disse que não (normas absurdas do hospital). Sai e fiquei na salinha de fora. Liguei para a vó do Samuel, e disse para ela ficar comigo, que Mariana já estava pronta e era questão de pouco tempo para o bebê nascer. Em seguida chegaram os pais do Alex e aguardaram conosco.
Pelas 23:20 hs, Alex ligou e deu a noticia que tanto esperavamos. Samuel havia nascido!! Corremos para o andar de cima para conhece-lo. O pai todo babão, trouxe o embrulinho lindo de viver. Lindo, um anjo! Samuel ficou ali no berçário, recebendo as intervenções de rotina, e o banho. Alex não desgrudava, conversava e beijava o amado filho. Depois de 1 hora o anjinho foi para a mãe.
| Samuel recém nascido |
Soubemos depois que não havia quarto disponível, e que não poderíamos vê-los onde estavam. Os pais do Alex foram para casa. Tempo depois Alex decidiu ir para casa, nos levar e comer algo. Não pude ver Samuel e Mari ainda, mas assim que forem para casa, vou afofar o pitoco da doula, e abraçar e conversar com minha amiga.
Mais tarde, Mari me ligou para contar como foi, e disse que o médico, nao colocou ocitocina, nem fez episio, mas que ela precisou de uns pontinhos. Que deixou o cordao pulsar alguns segundos e o pai o cortou. Que recebeu a analgesia, mas que nem era preciso, pois logo em seguida Samuel estava nascendo. Disse com muita satisfação, que recebeu um ótimo atendimento e que foi respeitada pelo médico e pela equipe. Me agradeceu pelo apoio, e me disse que havia doido, mas depois que o Samuel nasceu, se sentiu em plenitude. E que ele estava mamando muito bem. Ela também comentou, que o médico dela insistiu para enfermeira me deixar entrar na sala de parto, mas a enfermeira disse que não podia fazê-lo, devido as normas do hospital. Aff!
Como fiquei feliz em ouvir isso! Não tem preço poder auxiliar uma mulher a passar com tranquilidade o nascimento de seu filho, e o seu desabrochar como mãe.
Agradeço demais a Mariana e ao Alex, por terem me dado a oportunidade de acompanhar esse momento unico na vida de um casal. Mari, minha amiga, foste ótima, tens uma força incrivel e em momento algum se deu por vencida. Alex, obrigada por tudo, também foste ótimo, e deu muito apoio a Mariana.
Doula feliz, feliz!
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18 de janeiro de 2012
Como induzir o Parto Naturalmente! - por Cris Doula
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| google imagem |
Reta final, chegamos as 39 semanas, a futura Mamãe começa a
ficar ainda mais ansiosa, e se o bebê não nascer? E se o médico marcar a
Cesárea? Se chega a 40 semanas então aí que bate o medo, acham que o sonho do
Parto Natural vai por água a baixo. Poisé, a natureza é perfeita e saber o que
faz e quem determina a hora de nascer é o bebê. Mas se você for muito ansiosa e
quiser dá um empurrãozinho, nós temos algumas dicas naturais para induzir o
trabalho de parto. Porém, saiba que não é comprovado, algumas mulheres dizem
que funcionou e outras não. Mas, mal não vai fazer!
O mais famoso, os 3 HOTS:
-Hot Sex(Sexo Quente;
-Hot Bath(Banho quente);
-Hot Food (comida apimentada).
Chás e Óleos:
-Chá de salvia;
-Chá de framboesa;
-Chá de Canela;
-Chá de Gengibre;
-Oleo de ricino (50 ml){Tem um gosto horrível e causa
diarréia);
Exercícios:
-Sexo de preferência sem camisinha, o esperma contém
prostaglandinas que ajudam a amolecer o colo do útero;
-Estimulação dos mamilos, tanto no ato sexual como com as
mãos mesmo;
-Rebolar na bola suíça ou fora, engatinhar, caminhar e
agachar;
Acupuntura:
-Há certos pontos do organismo que quando pressionados
desencadeiam contrações uterinas. Tal como pode ajudar no desenrolar do parto,
a acupuntura pode ajudar a iniciar o processo. Mas só deve ser feita por um
profissional experiente e credenciado.
Acupressura
Há dois pontos que podem ser estimulados pra produzir
contracoes:
-Na teia entre o polegar e o indicador:
4 dedos acima do tornozelo (proximo ao osso, na parte
interna da perna)
Como estimular o ponto da mao: apertar e esfregar em
movimentos circulares por 30-60 segundos de cada vez, fazendo uma pausa de 1-2
minutos entre as contracoes.
-Como se estimular o ponto proximo ao tornozelo: pressione
firmemente o local (se tiver doendo eh pq achou o ponto) e fricccione em
movimentos circulares ate comecar a ter uma contracao, quando a contração terminar, comeca tudo de novo.
Lembrem-se de que essas ténicas são indicadas para gestantes
após as 39 semanas e que não há evidência científica que compre a eficácia
delas.
Relaxem, façam tudo mas com prazer e não por obrigação.
16 de janeiro de 2012
Falsos alarmes para o parto
Você está tão ansiosa para ver o rostinho do seu filho que vai achar que essa hora chegou várias vezes. Veja as situações mais comuns e o que fazer.
Ninguém me contou...
...que eu teria (muitos) falsos alarmes
Você está tão ansiosa para o seu bebê nascer que vai achar que essa hora chegou diversas vezes. Veja as situações mais comuns e o que fazer:
Calcinha molhada: pode ser um sinal que a bolsa estourou, mas pode ser também apenas corrimento vaginal. Troque de calcinha ou ponha um absorvente e fique deitada, em repouso. Se for corrimento (tem cheiro de leite azedo e é esbranquiçado), não vai acontecer nada. Se for líquido (cheira a água sanitária e lembra água de coco), vai vazar. Vá para o hospital.
Contrações: se não forem acompanhadas de dor ou ritmadas, acalme-se. São as chamadas contrações de Braxton Hicks, comuns no fim da gestação, e causam desconforto, uma espécie de cãibra.
Sangramento: pode ser o tampão mucoso, que sai até dez dias antes do parto, ou um sangramento mesmo, com sangue vermelho vivo e o fluxo maior ou igual ao de menstruação. Nos dois casos, ligue para o seu médico.
Movimentos fetais: eles diminuem a partir da 38ª semana. Sempre depois que você comer, o bebê vai se mexer. Se você acha que ele está muito parado, fale com o obstetra.
Fonte: Ana Paula Junqueira Santiago, ginecologista e obstetra do Hospital São Camilo (SP) falsos alarmes
12 de janeiro de 2012
Pensamento da posição
Retirado do blog Doula em Pensamento.
Aqui é um estudo sobre posições favoráveis ao parto. Estudo baseado no livro A Doula no Parto, de Fadynha. Bom para compreender o funcionamento do corpo no parto e como auxiliá-lo.
boa leitura.
Sentar no vaso sanitário:
bom para descomprimir o assoalho pélvico.
Balanço:
na cadeira de balanço, na bola de pilates e ao mesmo tempo receber massagem nas costas.
Compressa na lombar:
bolsa térmica com suporte de velcro.
Rolo na lombar:
de madeira ou garrafa de água mineral com gelo.
Contrapressão:
pressão bem forte com o punho ou palma da mão na lombar durante as contrações.
Dupla compressão:
palmas posicionadas nas laterais dos quadris.
Massageadores:
em toda as costas.
Puxo com o rebozo:
pano para a parturiente se agarrar ou se pendurar para direcionar o puxo.
(puxo: vontade de fazer força de expulsão do bebê)
Sentada na bola:
na descida do bebê sentar na bola de pilates para massagear o assoalho pélvico.
Sentada ao contrário na cadeira:
para relaxar e aliviar a dor.
Semi-deitada:
na cama com as costas em almofadas.
nem deitada, nem sentada com as pernas semi-flexionadas.
a doula pode fazer do-in no meio da testa.
Deitada de lado com perna elevada:
bom para fazer com que o bebê se posicione corretamente dentro da barriga da mãe e proporcionar a mãe relaxamento.
Deitada de barriga para cima sobre rebozo:
a doula passa o rebozo aberto nas costas da parturiente e balança o quadril de um lado para outro.
eleva o quadril.
descanso da coluna.
Peito no chão com rebozo:
a parturiente fica de quatro, peito no chão, rebozo sob a barriga da gestante e o puxa, deixando-a com as nádegas bem elevadas.
aliviar a dor na barriga e rotação do bebê.
De joelho no peito:
ficar de quatro sentando sobre os pés enquanto alonga os braços à frente, peito encostado no chão.
Quatro apoios:
manobra de Gaskin (parteira americana Iná May Gaskin).= facilitar a rotação do bebê que está com distócia de ombro.
distócia de ombro = dificuldade da passagem do ombro da criança após a passagem de sua cabeça pela sínfise púbica.
sínfise púbica = articulação semimóvel que une o púbis formando a bacia, que é composta pelo sacro e cóccix e dois ossos do quadril, que por sua vez, cada osso, é composto por três ossos compactados: ílio, ísquio e o osso púbico.
sínfise púbica = articulação semimóvel que une o púbis formando a bacia, que é composta pelo sacro e cóccix e dois ossos do quadril, que por sua vez, cada osso, é composto por três ossos compactados: ílio, ísquio e o osso púbico.
De cócoras no colo:
a parturiente senta de frente, no colo da doula, abraçando-a. durante a contração a doula separa bem os joelhos e deixa a nádegas da grávida descer, ficando de cócoras no ar, com os pés fora do chão.
no intervalo das contraçãoes a doula fecha as pernas e a parturiente volta à posição inicial.
posição boa para relaxar e abrir a bacia de modo que facilita a descida do bebê.
De cócoras com o apoio do marido e duas doulas:
marido de pé segurando as axilas, as doulas com seus braços entrelaçados atrás das costas e com as outras mãos pressionando o quadril.
facilita a descida do bebê e proporciona conforto emocional.
Cócoras sustentada alta:
a parturiente acocorada com suas axilas apoiadas.
doula sentada na cama.
pode também segurar no pescoço da doula.
posição boa para alongar e facilitar a descida do bebê.
De cócoras:
essa posição já abre 4cm de passagem para o bebê, de acordo com o obstetra Cláudio Paciornick
Borboleta:
balançar as pernas durante as contrações.
proporciona relaxamento dos ligamentos pélvicos, provocando uma dilatação mais rápida.
intensifica as contrações.
Andar de patos:
estimular o trabalho de parto, abertura pélvica e descida do bebê.
Namaskar:
parturiente agachada dando as mãos para a doula, projeta o peso para um lado e depois para o outro.
proporciona abertura pélvica e estímulo às contrações.
Rotação pélvica:
rotação durante as contrações, bambolê.
facilita a descida, auxilia no encaixe do bebê e alivia a dor lombar.
Andar abraçada ao companheiro:
ajuda na progressão do parto e dá apoio físico e emocional.
Em pé com apoio:
a parturiente relaxa totalmente apoiada na doula, fazendo um balancinho com o corpo como numa dança.
a doula massagea a lombar enquanto isso.
relaxa, alivia e auxilia na descida do bebê.
Caminhar :
é bom , muito bom, para encaixar o bebê.
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