O encontro deste dia foi muito agradável. Tivemos a presença da gravidinha Ísis e de seu marido. A companhia do Clayton que demonstrou o Shiatsu . E a companhia da colaboradora Ana Mello. Olhamos o vídeo do projeto de humanização do ISEA, que fica na Paraíba. Depois discutimos sobre o vídeo. O encontro acabou meio as pressas porque tinha neném querendo nascer, e a doula foi chamada! Agradeço a todos a companhia e mê que vem tem mais!
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23 de abril de 2013
Encontro do GAPP Luz da Vida dia 20/04/2013
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22 de setembro de 2012
Encontro do GAPP Luz da Vida - 22/09/2012
Hoje ocorreu o encontro do grupo com o tema sobre violência obstétrica. Assistimos um vídeo com a entrevista de profissionais da humanização, e com relatos de mulheres que sofreram violência obstétrica. Também assistimos um vídeo com a dramatização de uma violência no qual fica evidente o desrespeito que a parturiente e o bebê sofrem. Vimos um vídeo de cesárea e outro de um parto natural. Estavam presente a Ana Mello colaboradora do grupo, a Mari que carrega Davi em seu ventre, aluna do Espaço Bem Zen e minha doulanda/miga Mariana Machado com o pequeno Samuel. Mariana contou um pouco do parto humanizado que teve no Hospital Moinhos de Vento, de como se empoderou e não permitiu que fizessem procedimentos desnecessários e de como se sentiu com o apoio da doula.
Enfim a tarde foi deliciosa, regada de muitas risadas e de uma conversa agradável! Adorei a presença de vocês meninas!
Venham conferir, compartilhem suas dúvidas, seus medos, suas experiências, os encontros que acontecem mensalmente. A próxima data já esta no blog!
Enfim a tarde foi deliciosa, regada de muitas risadas e de uma conversa agradável! Adorei a presença de vocês meninas!
Venham conferir, compartilhem suas dúvidas, seus medos, suas experiências, os encontros que acontecem mensalmente. A próxima data já esta no blog!
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| Samuel da Mariana com 7 meses- Lindo! |
17 de junho de 2012
Encontro do GAPP Luz da Vida dia 16/06/2012
Encontro maravilhoso com a presença de duas doulandas, Letícia e Thays, que tem a DPP bem parecidas! Mas nada de pânico meninas, rs. Além de 2 casais queridos que vieram a convite da doulanda Thays. E claro estavam presentes minhas apoiadoras, a Jornalista Jeane Bordignon e a instrutora de yoga Ana Mello. Ou seja, bombou o encontro!!! Amei receber todos vocês, espero revê-los outra vez!
14 de maio de 2012
Encontro do GAPP Luz da Vida do dia 12/05
Neste dia 12 de maio que antecedia o Dia das Mães, tivemos um encontro tranquilo e agradável com a participação da Camila e sua filha linda, da minha amiga Jeane, sempre presente e da Thays, que veio me conhecer melhor e ver se seria a doula dela, rsrsrsrs. Assistimos vídeos com procedimentos desnecessários no parto e no nascimento, depois vimos um vídeo de parto humanizado, onde a entrega da parturiente ao processo era visível e lindo de se ver.O apoio e carinho de uma equipe preparada e paciente terminou num belíssimo parto de cócoras. Depois disso conversamos sobre vários assuntos relacionado do vídeo. Foi ótimo!
3 de abril de 2012
Minha 1ª "Artenabarriga" !
Olá meus queridos companheiros de jornada!
Obrigada sempre pela presença de vocês e também, pelos comentários. Adoro quando participam!!
Vim mostrar para vocês minha Arte, fiz uma pintura na barriga da minha doulanda Érian! Sei que tenho muito que melhorar, rsrsrs, mas ela aprovou, o Fernando e a Mah também! Então estou muito feliz com o resultado!
As gestantes de Gravataí e região que se interessarem, me contatem, marcarmos uma tarde para fazermos esse presente, e eternizar este momento tão especial que é gerar um filho.
| em finalização |
| finalizado |
9 de fevereiro de 2012
Pré-eclâmpsia - (Dra Melania Amorim)
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A hipertensão complica cerca de 10% de todas as gestações, e pode se > apresentar como pré-eclâmpsia (ou, nos casos mais graves, > eclâmpsia), hipertensão crônica, hipertensão crônica com pré- > eclâmpsia superposta e hipertensão gestacional.
De acordo com um consenso realizado em 2000 nos EUA (National High > Blood Pressure Education Program Working Group on High Blood > Pressure in Pregnancy), através de uma combinação de medicina > baseada em evidências com a opinião de especialistas, a definição de pré-eclâmpsia é dada por hipertensão (pressão arterial sistólica maior ou igual que 140mmHg e/ou diastólica maior ou igual que 90mmHg), que surge depois de 20 semanas de gravidez, associada com proteinúria (excreção de proteína na urina) 300mg nas 24 horas.
Esta é a classificação adotada atualmente no IMIP â€" Instituto > Materno Infantil de Pernambuco em Recife (PE).
A presença de edema não faz mais parte dos critérios diagnósticos, porque não apresenta correlação com o prognóstico gestacional, visto que grávidas perfeitamente normais podem apresentar edema, mesmo edema generalizado. Exames como hemograma, uréia, creatinina, ácido úrico, contagem de plaquetas, testes de função hepática (transaminases) e bilirrubinas fazem parte da propedêutica complementar, mas não dos critérios diagnósticos. Estes exames servem para avaliar a gravidade da pré-eclâmpsia, mas o diagnóstico não depende de sua alteração.
A pré-eclâmpsia pode se sobrepor a uma hipertensão crônica pré-existente, quando então é dita pré-eclâmpsia superposta. Somente a pressão alta não permite o diagnóstico de pré-eclâmpsia. Existe a hipertensão gestacional, em que surge a hipertensão no final da gravidez e que é transitória, não se associa com proteinúria, nem riscos maiores para a mãe e para o bebê. Nessa circunstância, recomenda-se tranqüilizar a gestante, realizar os exames para afastar pré-eclâmpsia, avaliar o bem-estar fetal, e pode-se aguardar o trabalho de parto espontâneo. A hipertensão gestacional não indica a cesariana, e habitualmente também não requer a antecipação do parto, exceto se os níveis tensionais estão muito elevados (por exemplo, 160x110mmHg ou mais).
Esta é a classificação adotada atualmente no IMIP â€" Instituto > Materno Infantil de Pernambuco em Recife (PE).
A presença de edema não faz mais parte dos critérios diagnósticos, porque não apresenta correlação com o prognóstico gestacional, visto que grávidas perfeitamente normais podem apresentar edema, mesmo edema generalizado. Exames como hemograma, uréia, creatinina, ácido úrico, contagem de plaquetas, testes de função hepática (transaminases) e bilirrubinas fazem parte da propedêutica complementar, mas não dos critérios diagnósticos. Estes exames servem para avaliar a gravidade da pré-eclâmpsia, mas o diagnóstico não depende de sua alteração.
A pré-eclâmpsia pode se sobrepor a uma hipertensão crônica pré-existente, quando então é dita pré-eclâmpsia superposta. Somente a pressão alta não permite o diagnóstico de pré-eclâmpsia. Existe a hipertensão gestacional, em que surge a hipertensão no final da gravidez e que é transitória, não se associa com proteinúria, nem riscos maiores para a mãe e para o bebê. Nessa circunstância, recomenda-se tranqüilizar a gestante, realizar os exames para afastar pré-eclâmpsia, avaliar o bem-estar fetal, e pode-se aguardar o trabalho de parto espontâneo. A hipertensão gestacional não indica a cesariana, e habitualmente também não requer a antecipação do parto, exceto se os níveis tensionais estão muito elevados (por exemplo, 160x110mmHg ou mais).
A pré-eclâmpsia é associada com algumas complicações, como o risco de eclâmpsia (a crise convulsiva), síndrome HELLP (há comprometimento do fígado, das plaquetas e anemia), descolamento prematuro de placenta, alterações da vitalidade fetal e aumento da morbidade e mortalidade neonatal. Entretanto, NÃO constitui indicação de cesárea. A indicação de interromper a gravidez vai depender da idade gestacional, da gravidade da pré-eclâmpsia e da presença ou não de complicações.
Antes de 34 semanas, e na ausência de complicações maternas ou fetais, é possível manter conduta conservadora nos casos de pré-eclâmpsia grave, para aguardar a maturidade fetal. Nesses casos, recomenda-se administrar corticóide (betametasona) para acelerar a maturação pulmonar do bebê. Drogas hipotensoras, como alfametildopa e bloqueadores dos canais de cálcio, são administradas para tentar controlar a pressão arterial. A partir de 34 semanas, em geral indica-se a interrupção da gravidez, que pode também ser necessária antes dessa idade gestacional, se surgirem complicações colocando em risco o bem-estar da gestante ou do bebê.
Entretanto, o parto vaginal é possível, e a cesárea será realizada somente se houver indicação específica e não pela pré-eclâmpsia per se. É claro que a chance de cesárea está aumentada, em virtude de algumas complicações (como o descolamento prematuro de placenta e alterações da vitalidade fetal, por exemplo) indicarem o parto imediato, porém em muitos casos pode ocorrer o parto normal, sem riscos para a mulher. O parto normal é preferível em diversas circunstâncias, porque os distúrbios da coagulação podem complicar a pré-eclâmpsia, e o risco de sangramento é, evidentemente, muito maior na cesariana em relação ao parto normal. Além disso, se houver redução acentuada da contagem de plaquetas (abaixo de 70.000/mm3), não pode ser feita anestesia regional (raquidiana ou peridural) e, na cesariana, a anestesia terá que ser geral, com maiores riscos.
Antes de 34 semanas, e na ausência de complicações maternas ou fetais, é possível manter conduta conservadora nos casos de pré-eclâmpsia grave, para aguardar a maturidade fetal. Nesses casos, recomenda-se administrar corticóide (betametasona) para acelerar a maturação pulmonar do bebê. Drogas hipotensoras, como alfametildopa e bloqueadores dos canais de cálcio, são administradas para tentar controlar a pressão arterial. A partir de 34 semanas, em geral indica-se a interrupção da gravidez, que pode também ser necessária antes dessa idade gestacional, se surgirem complicações colocando em risco o bem-estar da gestante ou do bebê.
Entretanto, o parto vaginal é possível, e a cesárea será realizada somente se houver indicação específica e não pela pré-eclâmpsia per se. É claro que a chance de cesárea está aumentada, em virtude de algumas complicações (como o descolamento prematuro de placenta e alterações da vitalidade fetal, por exemplo) indicarem o parto imediato, porém em muitos casos pode ocorrer o parto normal, sem riscos para a mulher. O parto normal é preferível em diversas circunstâncias, porque os distúrbios da coagulação podem complicar a pré-eclâmpsia, e o risco de sangramento é, evidentemente, muito maior na cesariana em relação ao parto normal. Além disso, se houver redução acentuada da contagem de plaquetas (abaixo de 70.000/mm3), não pode ser feita anestesia regional (raquidiana ou peridural) e, na cesariana, a anestesia terá que ser geral, com maiores riscos.
Indução do parto também pode estar indicada em mulheres com pré-eclâmpsia, quando há a indicação de interrupção da gravidez, porém ainda não se desencadeou o trabalho de parto. Como o colo do útero pode não estar dilatado, utilizam-se geralmente comprimidos vaginais de misoprostol (um análogo das prostaglandinas) **. Ocitocina pode ser utilizada nos casos com colo favorável. Deve-se monitorizar a freqüência cardíaca fetal e a contratilidade uterina. Em um trabalho recentemente realizado no IMIP, a taxa de partos normais após indução em mulheres com pré-eclâmpsia a termo foi de 74%.
O sulfato de magnésio está indicado para prevenção da eclâmpsia, e evidências consistentes, incluindo uma revisão sistemática da Biblioteca Cochrane, indicam que a droga é efetiva para reduzir a incidência de eclâmpsia e a morte materna, sem efeitos prejudiciais para o concepto. É possível que, durante o trabalho de parto, como o sulfato de magnésio diminui as contrações uterinas, seja necessário o uso de ocitocina.
Nos casos de pré-eclâmpsia leve, não há indicação geralmente de antecipar o parto, podendo-se aguardar até 40 semanas, desde que os níveis tensionais estejam controlados, gestante e feto em boas condições. Entretanto, devem ser amiudadas as consultas pré-natais, visando a detectar uma possível evolução do quadro para pré-eclâmpsia grave. Dieta equilibrada, repouso relativo, períodos de descanso em decúbito lateral esquerdo, também são recomendados. O parto normal, espontâneo, é perfeitamente possível nesta situação.
O ideal seria, realmente, prevenir, evitar a pré-eclâmpsia. Sabe-se que algumas mulheres têm maior risco: as que engravidam pela primeira vez, as hipertensas crônicas, as obesas e aquelas com história familiar de pré-eclâmpsia ou eclâmpsia. Quem já teve pré-eclâmpsia ou eclâmpsia em gestação anterior também tem risco aumentado de desenvolver novamente a doença nas gestações seguintes.
Estão envolvidos mecanismos genéticos, imunológicos, e uma série de mediadores bioquímicos, como prostaglandinas, endoperóxidos, radicais livres, citocinas... Todos estão relacionados ao processo de desenvolvimento da placenta, porque por algum motivo, genético-imunológico, ainda não completamente desvendado, não ocorre penetração adequada da placenta nas camadas do útero, e a unidade útero-placentária não é bem perfundida (oxigenada). Essa isquemia é que leva ao desencadeamento das alterações bioquímicas, que acabam por induzir hipertensão, proteinúria e efeitos diversos em vários órgãos e sistemas, incluindo rins, fígado, cérebro, coagulação sanguínea...
Infelizmente a prevenção ideal ainda não foi encontrada. Alguns estudos apontam que a suplementação de cálcio em populações com baixa ingestão pode prevenir a ocorrência de pré-eclâmpsia. Em mulheres com risco elevado, parece haver efeito benéfico o uso de aspirina em baixas doses, e recentemente tem sido proposta a suplementação das vitaminas C e E (estudos clínicos estão em andamento). Recomendações básicas são manter uma dieta equilibrada, tentar se enquadrar dentro dos limites normais de peso antes de engravidar e não ganhar peso excessivamente durante a gestação.
Nos casos de pré-eclâmpsia leve, não há indicação geralmente de antecipar o parto, podendo-se aguardar até 40 semanas, desde que os níveis tensionais estejam controlados, gestante e feto em boas condições. Entretanto, devem ser amiudadas as consultas pré-natais, visando a detectar uma possível evolução do quadro para pré-eclâmpsia grave. Dieta equilibrada, repouso relativo, períodos de descanso em decúbito lateral esquerdo, também são recomendados. O parto normal, espontâneo, é perfeitamente possível nesta situação.
O ideal seria, realmente, prevenir, evitar a pré-eclâmpsia. Sabe-se que algumas mulheres têm maior risco: as que engravidam pela primeira vez, as hipertensas crônicas, as obesas e aquelas com história familiar de pré-eclâmpsia ou eclâmpsia. Quem já teve pré-eclâmpsia ou eclâmpsia em gestação anterior também tem risco aumentado de desenvolver novamente a doença nas gestações seguintes.
Estão envolvidos mecanismos genéticos, imunológicos, e uma série de mediadores bioquímicos, como prostaglandinas, endoperóxidos, radicais livres, citocinas... Todos estão relacionados ao processo de desenvolvimento da placenta, porque por algum motivo, genético-imunológico, ainda não completamente desvendado, não ocorre penetração adequada da placenta nas camadas do útero, e a unidade útero-placentária não é bem perfundida (oxigenada). Essa isquemia é que leva ao desencadeamento das alterações bioquímicas, que acabam por induzir hipertensão, proteinúria e efeitos diversos em vários órgãos e sistemas, incluindo rins, fígado, cérebro, coagulação sanguínea...
Infelizmente a prevenção ideal ainda não foi encontrada. Alguns estudos apontam que a suplementação de cálcio em populações com baixa ingestão pode prevenir a ocorrência de pré-eclâmpsia. Em mulheres com risco elevado, parece haver efeito benéfico o uso de aspirina em baixas doses, e recentemente tem sido proposta a suplementação das vitaminas C e E (estudos clínicos estão em andamento). Recomendações básicas são manter uma dieta equilibrada, tentar se enquadrar dentro dos limites normais de peso antes de engravidar e não ganhar peso excessivamente durante a gestação.
____________ _________ _________ _________ _____
* para maiores detalhes, quem tiver Orkut, estamos mantendo uma produtiva discussão sobre o assunto na comunidade "G.O. Baseada em Evidências":
http://www.orkut. com/CommMsgs. aspx?cmm=1615199& tid=242458701372 4180296&start= 1
* para maiores detalhes, quem tiver Orkut, estamos mantendo uma produtiva discussão sobre o assunto na comunidade "G.O. Baseada em Evidências":
http://www.orkut. com/CommMsgs. aspx?cmm=1615199& tid=242458701372 4180296&start= 1
** não existem evidências suficientes para garantir a segurança do uso do misoprostol em pacientes com cesárea anterior (maior risco de ruptura em alguns estudos, entretanto não há ensaios clínicos randomizados desenhados especificamente para avaliar mulheres com cesariana prévia. Um ensaio clínico foi interrompido em função de dois casos de ruptura uterina). Segundo o ACOG e o Ministério da Saúde do Brasil, esta é uma contra-indicação (cicatriz uterina prévia) para o uso de misoprostol (grau de recomendação: B). Havendo indicação de indução em mulheres com cesárea anterior, privilegiar os métodos naturais, mecânicos e, se o colo for favorável, ocitocina com monitorização do padrão contrátil e da frequência cardíaca fetal.
Retirado daqui
16 de janeiro de 2012
Encontro do GAPP Luz da Vida- 15/01/2012
Neste ultimo domingo, dia 15/01/2012, ocorreu o encontro mensal do Grupo Luz da Vida, no Espaço Bem Zen. Estavam presentes a Jeane, que é jornalista da Bebê & Cia, e irmã de causa. Nossa parceira Ana Luísa Chemello, instrutora de yoga, dona do espaço. E tivemos a grata surpresa, da mamãe Rose com sua filha Giovana de 3 meses.
Neste encontro assistimos o vídeo da Dra. Melania Amorim, no qual ela apresenta seu projeto, o ISEA, no qual se acolhe as parturientes, de uma maneira Humanizada, com muito carinho e atenção. Depois trocamos idéias, e falamos um pouco do cenário de parto e nascimento, aqui em Gravataí.
As horas passaram voando, mas foi uma tarde deliciosa, com biscoito de côco e chá de anis.
Neste encontro assistimos o vídeo da Dra. Melania Amorim, no qual ela apresenta seu projeto, o ISEA, no qual se acolhe as parturientes, de uma maneira Humanizada, com muito carinho e atenção. Depois trocamos idéias, e falamos um pouco do cenário de parto e nascimento, aqui em Gravataí.
As horas passaram voando, mas foi uma tarde deliciosa, com biscoito de côco e chá de anis.
Falsos alarmes para o parto
Você está tão ansiosa para ver o rostinho do seu filho que vai achar que essa hora chegou várias vezes. Veja as situações mais comuns e o que fazer.
Ninguém me contou...
...que eu teria (muitos) falsos alarmes
Você está tão ansiosa para o seu bebê nascer que vai achar que essa hora chegou diversas vezes. Veja as situações mais comuns e o que fazer:
Calcinha molhada: pode ser um sinal que a bolsa estourou, mas pode ser também apenas corrimento vaginal. Troque de calcinha ou ponha um absorvente e fique deitada, em repouso. Se for corrimento (tem cheiro de leite azedo e é esbranquiçado), não vai acontecer nada. Se for líquido (cheira a água sanitária e lembra água de coco), vai vazar. Vá para o hospital.
Contrações: se não forem acompanhadas de dor ou ritmadas, acalme-se. São as chamadas contrações de Braxton Hicks, comuns no fim da gestação, e causam desconforto, uma espécie de cãibra.
Sangramento: pode ser o tampão mucoso, que sai até dez dias antes do parto, ou um sangramento mesmo, com sangue vermelho vivo e o fluxo maior ou igual ao de menstruação. Nos dois casos, ligue para o seu médico.
Movimentos fetais: eles diminuem a partir da 38ª semana. Sempre depois que você comer, o bebê vai se mexer. Se você acha que ele está muito parado, fale com o obstetra.
Fonte: Ana Paula Junqueira Santiago, ginecologista e obstetra do Hospital São Camilo (SP) falsos alarmes
12 de janeiro de 2012
Pensamento da posição
Retirado do blog Doula em Pensamento.
Aqui é um estudo sobre posições favoráveis ao parto. Estudo baseado no livro A Doula no Parto, de Fadynha. Bom para compreender o funcionamento do corpo no parto e como auxiliá-lo.
boa leitura.
Sentar no vaso sanitário:
bom para descomprimir o assoalho pélvico.
Balanço:
na cadeira de balanço, na bola de pilates e ao mesmo tempo receber massagem nas costas.
Compressa na lombar:
bolsa térmica com suporte de velcro.
Rolo na lombar:
de madeira ou garrafa de água mineral com gelo.
Contrapressão:
pressão bem forte com o punho ou palma da mão na lombar durante as contrações.
Dupla compressão:
palmas posicionadas nas laterais dos quadris.
Massageadores:
em toda as costas.
Puxo com o rebozo:
pano para a parturiente se agarrar ou se pendurar para direcionar o puxo.
(puxo: vontade de fazer força de expulsão do bebê)
Sentada na bola:
na descida do bebê sentar na bola de pilates para massagear o assoalho pélvico.
Sentada ao contrário na cadeira:
para relaxar e aliviar a dor.
Semi-deitada:
na cama com as costas em almofadas.
nem deitada, nem sentada com as pernas semi-flexionadas.
a doula pode fazer do-in no meio da testa.
Deitada de lado com perna elevada:
bom para fazer com que o bebê se posicione corretamente dentro da barriga da mãe e proporcionar a mãe relaxamento.
Deitada de barriga para cima sobre rebozo:
a doula passa o rebozo aberto nas costas da parturiente e balança o quadril de um lado para outro.
eleva o quadril.
descanso da coluna.
Peito no chão com rebozo:
a parturiente fica de quatro, peito no chão, rebozo sob a barriga da gestante e o puxa, deixando-a com as nádegas bem elevadas.
aliviar a dor na barriga e rotação do bebê.
De joelho no peito:
ficar de quatro sentando sobre os pés enquanto alonga os braços à frente, peito encostado no chão.
Quatro apoios:
manobra de Gaskin (parteira americana Iná May Gaskin).= facilitar a rotação do bebê que está com distócia de ombro.
distócia de ombro = dificuldade da passagem do ombro da criança após a passagem de sua cabeça pela sínfise púbica.
sínfise púbica = articulação semimóvel que une o púbis formando a bacia, que é composta pelo sacro e cóccix e dois ossos do quadril, que por sua vez, cada osso, é composto por três ossos compactados: ílio, ísquio e o osso púbico.
sínfise púbica = articulação semimóvel que une o púbis formando a bacia, que é composta pelo sacro e cóccix e dois ossos do quadril, que por sua vez, cada osso, é composto por três ossos compactados: ílio, ísquio e o osso púbico.
De cócoras no colo:
a parturiente senta de frente, no colo da doula, abraçando-a. durante a contração a doula separa bem os joelhos e deixa a nádegas da grávida descer, ficando de cócoras no ar, com os pés fora do chão.
no intervalo das contraçãoes a doula fecha as pernas e a parturiente volta à posição inicial.
posição boa para relaxar e abrir a bacia de modo que facilita a descida do bebê.
De cócoras com o apoio do marido e duas doulas:
marido de pé segurando as axilas, as doulas com seus braços entrelaçados atrás das costas e com as outras mãos pressionando o quadril.
facilita a descida do bebê e proporciona conforto emocional.
Cócoras sustentada alta:
a parturiente acocorada com suas axilas apoiadas.
doula sentada na cama.
pode também segurar no pescoço da doula.
posição boa para alongar e facilitar a descida do bebê.
De cócoras:
essa posição já abre 4cm de passagem para o bebê, de acordo com o obstetra Cláudio Paciornick
Borboleta:
balançar as pernas durante as contrações.
proporciona relaxamento dos ligamentos pélvicos, provocando uma dilatação mais rápida.
intensifica as contrações.
Andar de patos:
estimular o trabalho de parto, abertura pélvica e descida do bebê.
Namaskar:
parturiente agachada dando as mãos para a doula, projeta o peso para um lado e depois para o outro.
proporciona abertura pélvica e estímulo às contrações.
Rotação pélvica:
rotação durante as contrações, bambolê.
facilita a descida, auxilia no encaixe do bebê e alivia a dor lombar.
Andar abraçada ao companheiro:
ajuda na progressão do parto e dá apoio físico e emocional.
Em pé com apoio:
a parturiente relaxa totalmente apoiada na doula, fazendo um balancinho com o corpo como numa dança.
a doula massagea a lombar enquanto isso.
relaxa, alivia e auxilia na descida do bebê.
Caminhar :
é bom , muito bom, para encaixar o bebê.
11 de janeiro de 2012
Tampão mucoso??
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Nas ultimas semanas de gestação, o colo começa a ficar fino e dilatar em preparação para o parto, o que pode ocasionar a saida do tampão mucoso. Ele pode sair aos poucos ou todo de uma vez, numa quantidade de uma colher de sopa, mais ou menos.
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ATENÇÃO!! A saída do tampão não indica que o trabalho de parto começou, mas que esta próximo, e também não é motivo para ansiedade. Não existe risco para o bebê. Existem mulheres que no dia seguinte começaram com as contrações, outras que depois de 1 semana entraram em TP (como no meu caso) e também já li relatos de mulheres, que 2 semanas após da saida do tampão entraram em TP.
Ana Luisa
a Doula Nutri
6 de janeiro de 2012
Como se preparar para uma experiência positiva de parto
Ótimo texto da doula Drika Cerqueira. Informações ótimas para tornar seu parto a melhor experiência possível!!
Infelizmente, aqui no Brasil é muito importante a mulher quando engravida, se preparar para o parto. Não basta apenas deixar a gravidez rolar e fazer enxoval. Precisa de muita, muita informação mesmo, principalmente, se não quiser fazer uma cesárea.
Abaixo listo alguns itens importantes para se pensar:
Infelizmente, aqui no Brasil é muito importante a mulher quando engravida, se preparar para o parto. Não basta apenas deixar a gravidez rolar e fazer enxoval. Precisa de muita, muita informação mesmo, principalmente, se não quiser fazer uma cesárea.
Abaixo listo alguns itens importantes para se pensar:
1. Escolha bons profissionais
Obstetra - A escolha do profissional é muito importante para o sucesso do planejamento de parto. A grande maioria dos obstetras não está preparada para o parto normal, seja pela formação que tiveram na faculdade ou por medo de processos judiciais ou até mesmo por questões financeiras.
É importante e necessário pesquisar com cuidado. Caso você já tenha um ginecologista, comece a fazer perguntas sobre parto desde o começo, assim você poderá trocar de médico o quanto antes.
Além do quesito parto, é importante também, verificar qual a sua abordagem pré-natal, se é medicalizada ou natural. A gestação é um evento saudável na maioria das mulheres. Estar grávida, por si só, já é um sinal de saúde e vitalidade.
Parteira – geralmente são qualificadas para o atendimento ao parto de baixo risco e intervêm menos no processo de nascimento, mas elas só atuam em casas de parto e domiciliar. Em hospitais elas fazem apenas um apoio especializado ao médico e são responsáveis na triagem por examinar a parturiente e passar para o medico as informações.
Doula – São mulheres com experiência em nascimento, que oferece apoio físico e emocional continuado, além de informações e suporte para as mães antes, durante e após o nascimento. Você poderá encontrar uma doula no www.doulas.com.br
Pediatra Neonatologista são pediatras especializados em receber os bebês recém-nascidos, especialmente nos partos hospitalares. Alguns hospitais permitem que a família traga o de sua escolha, alguns cobram um taxa para isso, mas com isso é possível proporcionar uma nascimento mais suave e com menos intervenções para seu bebê.
2. Escolha o local para o parto
As opções são:
Maternidade pública – Procure um hospital Amigo da Criança ou um que tenha programa de humanização de parto.
Maternidade privada – Dê preferência para maternidades que tenham salas de parto ou “delivery”. Essas salas têm uma estrutura melhor para o parto natural. Também verifique se eles permitem doula. Em São Paulo a melhor opção é o São Luiz, seguido de Santa Catarina e Einstein.
Casa de parto de Sapopemba – é a única que existe em São Paulo. (http://casadepartodesapopemba.blogspot.com). Só aceitam gestantes de baixíssimo risco. O parto é feito por enfermeiras obstetras e em caso de complicação a ambulância que fica na porta transfere para uma maternidade pública próxima ao local. A triagem para aceitação é feita com 35/36 semanas.
Domiciliar - O parto em casa que se preconiza nesta chegada do 3º milênio concilia tecnologia; sonar; oxigênio, material de ressuscitação para o recém nascido etc., com um ambiente acolhedor e intimo que favoreça a mulher a encontrar suas próprias raízes e a partir delas o seu trabalho de parto. Para o bebê este ambiente familiar, será igualmente favorável, pois seu corpo já está adaptado aos microorganismos domésticos eliminando assim os riscos das infecções hospitalares. Os estudos do obstetra francês Michel Odent demonstram claramente que o ambiente pode facilitar ou dificultar todo o processo de parto e nascimento.
O mais importante na escolha do parto em casa é ser uma gestação de baixo risco e a mãe estar totalmente segura de suas escolhas. O medo acaba sendo o maior inimigo do parto domiciliar.
O parto domiciliar pode ser acompanhado por parteira ou médico.
3. Escolha os acompanhantes
A presença do companheiro ou de qualquer outro acompanhante que seja do desejo da gestante, é de extrema importância para a melhoria dos resultados perinatais. Não aceite dar à luz sem a presença de um ente querido. Isso é lei.
Procure ter ao seu lado pessoas que estão de acordo com suas escolhas em relação ao parto, pessoas que te apoiarão e não te deixarão mais ansiosa.
O pai quando bem conduzido e orientado é o melhor suporte emocional e afetivo para a grávida. Além disso, a experiência viva da paternidade tem a potencialidade de fortalecer os vínculos deste novo pai com o recém-nascido, assim como estreitar os laços amorosos com sua companheira.
4. Busque informações
As educadoras perinatais independentes têm um bom comprometimento com as gestantes e podem ajudar a encontrar bons médicos e dar boas dicas para um parto positivo, além de fazer toda a preparação para o parto e maternidade dispensando cursos de hospitais que geralmente são fracos.
Também é de fundamental importância que além disso, a mulher (casal) se informe, busque as alternativas, leia livros especializados, freqüente grupos de apoio* e participe de listas de discussão**
Alguns livros interessantes:
· Parto Ativo - Guia prático para o parto natural - Janet Balaskas
· Parto Normal ou Cesárea? O que toda mulher deve saber (e homem também) - Simone G. Diniz e Ana C. Duarte
· Memórias do Homem de Vidro – Reminiscências de um Obstetra Humanista – Ricardo Jones
· O renascimento do parto – Michel Odent
* Grupo de Apoio ao Parto Nove Luas/Casa Moara/Barriga Boa
Encontros onde gestantes, casais grávidos, pais e mães recentes podem tirar suas dúvidas em relação à gravidez e parto, compartilhar experiências, medos e ansiedades com outras mulheres e casais que desejam ter ou já tiveram partos ativos. Pode levar acompanhante, bebê, familiar, amiga grávida ou aspirante.
ORGANIZAÇÃO: Núcleo Nove Luas, Casa Moara, Primaluz - Parteiras Contemporâneas e Barriga Boa
COORDENADORAS RESPONSÁVEIS: Drika Cerqueira, Katia Barga, Priscila Cavalcanti, Marcelly, Márcia Koiffman e Dr. Jorge Kuhn
QUANDO: Toda 4a. feira das 20h às 22h e todo último sábado do mês das 10h30 às 12h30
ONDE: Casa Moara: R. Guararapes, 634 – Brooklin Paulista - Sala com ar condicionado.
INFORMAÇÕES: 3791-1211 / 8911-6804 / 5096-2318 / contato@nucleonoveluas.com.br
**Lista de discussão: http://br.groups.yahoo.com/group/noveluas/
Alguns sites que valem à pena:
http://www.xoepisio.blogger.com.br - Bartira Carvalho e Ciça Donner
http://www.partodoprincipio.com.br - Parto do Princípio
http://www.partonatural.com.br – Fadynha
http://www.amigasdoparto.com.br Ana Cristina Duarte, Angelina Pita, Andrea Prado
http://www.partohumanizado.com.br - Marília Largura
http://gravidezativa.com.br – Ginástica para gestante e pós-parto
http://casamoara.com.br – Espaço dedicado a gestante
www.aleitamento.com - Prof. Marcus Renato de Carvalho
www.aleitamento.org.br - ONG Origem: Grupo de Apoio e Promoção ao Aleitam. Materno
www.amigasdopeito.org.br - Amigas do Peito
www.cantinhodamamae.com.br - Locação e venda de produtos relacionados à amamentação
www.multiplos.com.br - Gêmeos
http://www.bethecozza.com.br/ - Atendimento em naturopatia para gestantes
http://www.babyyoga.com.br - Yoga para gestante
5. Prepare-se fisicamente
Exercícios físicos
Os exercícios no geral são importantes por uma questão de qualidade de vida. Algum exercício é recomendável, nem que sejam caminhadas diárias de 20/30 minutos.
Você também pode optar por exercícios na água como a hidroginástica, hidroterapia e natação. Esses além de serem ótimos para o sistema cardio-pulmonar também são de baixo impacto.
Yoga e alongamento são excelentes opções para quem não costuma se exercitar com freqüência e dão especial elasticidade, que pode ser útil no parto. Com a presença do hormônio relaxina, os ligamentos ficam mais maleáveis e fáceis de serem trabalhados.
O importante é mexer o corpo... Também é aconselhável ter maior percepção corporal, sentindo e adaptando as posturas conforme a gravidez avança. Assim dimunui-se as chances de dores musculares.
Fonte: http://douladrikacerqueira.blogspot.com/2011/02/como-se-preparar-para-uma-experiencia.html
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